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Microempreendedores do Tocantins já receberam R$ 865 mil reais este ano

19/09/2016 - Cristiane Lima

No Tocantins, 157 microempreendedores já foram beneficiados em 2016 com empréstimos, por meio do programa Microcrédito, linha de crédito do Governo do Tocantins que libera recursos financeiros para pequenos empreendedores iniciarem ou ampliarem seus negócios. Os empréstimos são realizados por meio do Banco do Empreendedor do Tocantins – BEM e já somam R$ 865.008,25 mil reais liberados.

A costureira Marlene da Silva, moradora de Palmas, está entre os 157 empreendedores atendidos este ano e confirma que a concessão de empréstimo do BEM fez toda a diferença para o seu ateliê. “Com o dinheiro, pude comprar uma máquina de costura industrial, o que me ajuda no acabamento das peças, e ainda aumenta a minha renda, já que não preciso mais gastar com reparos na antiga máquina. Uma durabilidade que está ajudando a solidificar o meu negócio”, comemora.

Para contrair um empréstimo com o Banco, que libera valores entre R$ 1.000,00 e R$ 10.000,00 nesta linha específica de empréstimo, o presidente da instituição, Acy de Carvalho Fontes, destaca que o processo de concessão é menos burocrático que nos bancos tradicionais e é uma ótima oportunidade para o pequeno empreendedor formal e informal abrir ou ampliar o seu negócio. “Temos o cuidado de analisar cada processo antes da liberação, analisando critérios como a capacidade de endividamento, situação do avalista e verificação da real finalidade do empréstimo”, destaca o presidente sobre a importância da atuação do Comitê Gestor durante o processo de liberação de crédito.

Cerca de R$ 800 mil recuperados

Paralelamente à liberação de créditos a microempreendedores, o Banco conseguiu recuperar, nesta mesma categoria, R$ 797.508,57 mil em recursos inadimplentes. E o sucesso desta política de recuperação, Acy credita às ações efetivas de cobrança que somam, somente este ano, 11.269 inclusões no SPC, 1.122 acordos e renegociações e 997 protestos em cartórios. “Não podemos deixar de ter o controle efetivo da inadimplência, pois o sucesso do Banco depende muito do retorno dos recursos emprestados”, destaca o presidente.

 

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